Mostrando postagens com marcador roses of ghost. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador roses of ghost. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Soneto a ausência



Um puro lago sem memorias que de tanta solidão transborda
 abriga uma esperança, uma promessa tão doce és...
frageis petalas da desgraça como sangue fresco nasceu em minha alma 
enlaçada ao meu destino...
minha lapide escondida entre as urtigas 
o ermo tombou diante da morte
 a neve continua caindo desvanecida na grama
a luz que expulsa a noite branco inefavel, 
soturno anjo insone ausência intima caricia do silêncio

sábado, 6 de agosto de 2011

Éden

Poentos campos do esquecimento
Suplicas por amores perdidos
Anjos choram sangue
Sobe a lapide gélida

A sombra de uma cruz
Na floresta sombria
Uivos dos lobos, gemidos das árvores
Fazem a alma se arrepiarem

O choro das fontes
As flores agonizam em desespero
O tempo adormecido nos braços das estrelas
A serpente, a maça... O doce pecado

O silencio de deus
A morte o único consolo
A lua se eclipsou com o sol
Descanse em paz éden... Meu filho

O doce sabor do pecado
Uma rosa no sepulcro
A inocência abandonada na penumbra
A solidão do caído
O poeta moribundo...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Silêncio e a Solidão


O perfume das flores
Já não me traz mais alegria...
Minhas lagrimas viraram sangue
Escorem do meu rosto pálido
Sem consolo...
Cada lagrima virando sangue
Por que sofro tanto?
Nunca senti tanto medo antes
Nunca senti meu coração gelar
Eu rezo aos deuses, mas é uma reza sem reposta...
Esse silêncio me mata cada dia mais
Eu tentei encontrar consolo mais foi inútil
Por que eu nunca aprendo?
Era meu destino ou somente uma fantasia?
Eu chorei por você, vi seus sonhos se perderem
Vi suas crenças irem...
Mas por que você me deixou?
Por que me mato?
Estou condenada a vagar pela eternidade
Uma alma fria e pálida Amaldiçoada
Por você...
O que resta de um amor perdido se não as dolorosas lembranças?
Permanecerei no silêncio e na solidão...

Farewell My Love Lunatica



Eu tenho me sentido tão inseguro
Desde o dia que você saiu da minha vida
Agora estou em frente de uma encruzilhada
Nenhuma direção sobrou para seguir

Eu tenho me lembrado dos bons tempos
E eu chorei um rio de lágrimas
Se te perder é um pesadelo
Espero acordar ao seu lado

Adeus meu amor
Perdoe as coisas que fiz a você
Talvez seus dias sejam calorosos e reluzentes
Talvez sua aventura o leve para a luz

Tantas palavras não foram ditas
E algumas foram longe demais
Talvez as vezes amar dói
Mas esta é a dor mais doce que eu conheço

sexta-feira, 8 de julho de 2011



Em algum lugar junto a nevoa irei te encontrar
Em algum lugar perto do inferno irei te amar...
Sob A sombra gélida do cemitério descansarei minha alma
E em teus braços encontrar o amor eterno...

Estou abaixo de seus sonhos e pesadelos,
Estou abaixo de seus olhos...
Cada lagrima que cai de seus olhos eu não posso enxugar...
Cada sorriso seu, eu não posso ver...

Permaneço aqui sem vida, Pois você é tudo o que restou de minha alma...
Você é a única parte boa que existe em mim...
A única parte feliz de mim...
Estou aqui sentada em um abismo

Encarando a minha alma solitária...
Olhos perdidos na alma que um dia já foi pura...
E hoje é só uma casca... Uma parte sem sentido...
Por trás deste rosto, continuo a mesma garotinha perturbada
Que sempre amará um anjo...


te amo jameson

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pequeno anjo

Pouco a pouco suas asas caem...
Sua divindade foi arrancada de si,
A noite chegou e trouxe o beijo da serpente...
Eu cuspo em sua face...

Arranquei sua asa, roubei sua divindade
Encare a escuridão... Não tema a dor e ao abandono...
A esperança morreu queimada em teus olhos...
A lua ficou vermelha, o ritual será feito

Seu sangue será derramado a lúcifer...
Observe, o céu fica cada vez mais escuro
Eles não ouviram você grita pequeno anjo?
As estrelas choram sobre o teu corpo frágil...
Todas essas orações não podem te salvar...

Os ventos levam sua dor, expõem minha ira aos mundos...
Seus gritos soam como uma canção de ninar pra mim...
Em meus olhos o brilho da maldição...
Sob o brilho da lua vermelha sua alma será entregue...

Onde esta sua divindade?Onde esta sua fé?
O choro das estrelas não podem te aquecer...
As suplicas dos anjos não vai te salva de seu destino
Beberei seu sangue... E me encharcarei com sua inocência...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Jardim noturno

As flores se fecharam,
Um jardim escondido em trevas...
Vaga lumes dança lentamente
Amor e solidão sentimentos tão iguais, mas diferentes entre si...
O luar e tua beleza
Olhando para o jardim noturno;
Uma dama de preto sentada em um túmulo,
Desvendado o mistério da noite,
Desfazendo se em lagrimas...
Tuas faces pálidas, tão doces e cálidas...
Em teus lábios o gosto de sangue, o beijo da morte...
O pecado de uma imortal
A paixão esta ausente, pensativa e solitária
Em teus olhos um silencio profundo,
Alma presa ao cortejo de um amor imortal
Raios do sol já não aquecem mais...
A noite uma deusa de sangue.
A vida e a morte andam sempre com ela
O estranho padecer, doce perigo...
Pensamentos enlaçados na escuridão da alma
Apenas uma dama com seus disfarces de anjo,
Condenada a solidão eterna, minha doce vampira...


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cemiterio dos anjos

Tudo é sereno e lívido
flor de melancolia,
o silêncio morbido
A triseza de um anjo...

A morte

Sol desvanece,vestindo preto
sonhos obscuros,face do mal
A briza gélida,o corpo estremece
Anjos derramando seus prantos...

A noite

A lua no céu aparece
Chorando acima do cémiterio dos anjos...
pobre flores envenenadas pelo amor,
Beijos de lágrimas
tenho a morte na alma,céu vazio...
estrelas morrem...

O silêncio

Rosto palido da névoa
jazigos libertando o horror da noite...
o infinito silêncio,imensidão de pensamentos...
Amanhece dia cálido,doces tristezas do sol nascente...
ficam para sempre enterrados
em meu coração,que é duro como mármore
e frio como gelo...