Poentos campos do esquecimento
Suplicas por amores perdidos
Anjos choram sangue
Sobe a lapide gélida
A sombra de uma cruz
Na floresta sombria
Uivos dos lobos, gemidos das árvores
Fazem a alma se arrepiarem
O choro das fontes
As flores agonizam em desespero
O tempo adormecido nos braços das estrelas
A serpente, a maça... O doce pecado
O silencio de deus
A morte o único consolo
A lua se eclipsou com o sol
Descanse em paz éden... Meu filho
O doce sabor do pecado
Uma rosa no sepulcro
A inocência abandonada na penumbra
A solidão do caído
O poeta moribundo...
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Silêncio e a Solidão
O perfume das flores
Já não me traz mais alegria...
Minhas lagrimas viraram sangue
Escorem do meu rosto pálido
Sem consolo...
Cada lagrima virando sangue
Por que sofro tanto?
Nunca senti tanto medo antes
Nunca senti meu coração gelar
Eu rezo aos deuses, mas é uma reza sem reposta...
Esse silêncio me mata cada dia mais
Eu tentei encontrar consolo mais foi inútil
Por que eu nunca aprendo?
Era meu destino ou somente uma fantasia?
Eu chorei por você, vi seus sonhos se perderem
Vi suas crenças irem...
Mas por que você me deixou?
Por que me mato?
Estou condenada a vagar pela eternidade
Uma alma fria e pálida Amaldiçoada
Por você...
O que resta de um amor perdido se não as dolorosas lembranças?
Permanecerei no silêncio e na solidão...
Farewell My Love Lunatica
Eu tenho me sentido tão inseguro
Desde o dia que você saiu da minha vida
Agora estou em frente de uma encruzilhada
Nenhuma direção sobrou para seguir
Eu tenho me lembrado dos bons tempos
E eu chorei um rio de lágrimas
Se te perder é um pesadelo
Espero acordar ao seu lado
Adeus meu amor
Perdoe as coisas que fiz a você
Talvez seus dias sejam calorosos e reluzentes
Talvez sua aventura o leve para a luz
Tantas palavras não foram ditas
E algumas foram longe demais
Talvez as vezes amar dói
Mas esta é a dor mais doce que eu conheço
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Campos dourados
Por do sol o declínio de tons
Borboletas voam livres
Rompem suas crisálidas
Voam como se não houvesse amanhã
Nos campos dourados...
Sonhos nascem e morrem aqui, mas não se perdem...
Ventos brincam com as folhas
Desejos se tornam realidade
O amor e o ódio posto a prova
Apenas borboletas nos campos dourados...
para ti scarlett
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Cigana
Em uma noite fria uma cigana dançando em volta da fogueira
Seus olhos o brilho da paixão iluminada pelo desejo...
Seus cabelos soltos na brisa
Sentindo a caricia dos ventos em teu corpo moreno...
Uma musica tocada com a leveza da alma
Olhares rendidos pela beleza e a fragilidade...
Sua saia vermelha como a sede de amor
Sua blusa branca, a pureza da lua...
Seus olhos o brilho da paixão iluminada pelo desejo...
Seus cabelos soltos na brisa
Sentindo a caricia dos ventos em teu corpo moreno...
Uma musica tocada com a leveza da alma
Olhares rendidos pela beleza e a fragilidade...
Sua saia vermelha como a sede de amor
Sua blusa branca, a pureza da lua...
O poeta
Sou um poeta errante
Canto a lua serenatas
Namoro estrelas
Roubo beijos de donzelas pálidas como lírios e frias como mármores
Sou um poeta boêmio vagando sozinho pelas estradas
Em um vale sereno
Declamando versos aos deuses
A natureza minha mãe me acolhe em teu seio maternal
Em algum lugar junto a nevoa tocarei minha musica
Através dos campos escurecidos
E nos olhos das donzelas me refugiar
A minha poesia perdida...
Para meus grandes amigos david,scalett e lucas
Canto a lua serenatas
Namoro estrelas
Roubo beijos de donzelas pálidas como lírios e frias como mármores
Sou um poeta boêmio vagando sozinho pelas estradas
Em um vale sereno
Declamando versos aos deuses
A natureza minha mãe me acolhe em teu seio maternal
Em algum lugar junto a nevoa tocarei minha musica
Através dos campos escurecidos
E nos olhos das donzelas me refugiar
A minha poesia perdida...
Para meus grandes amigos david,scalett e lucas
sexta-feira, 15 de julho de 2011
O teatro da dor... a maldição dos mundo
Uma noite sem lua
Uma noite em que a neve cai
E parece que nunca ouve sol
Um teatro entre o frio e abandono
Eis que um moribundo ensaia o ato principal
Representando a paixão mórbida
Seus trajes rasgados pelo tempo sua pele
Tem a cor dos mortos
Entre as trevas e o silencio da noite
Declamando seus versos para a morte
Do trágico amor humano
Sob a luz de velas feita de sangue de virgens
Sua voz ecoa como um flagelo em um mundo
O teatro destruído pelo fogo infernal
Ainda com a platéia assistindo
Hoje tem apenas fantasmas o assombrando
Um mausoléu de sonhos destruídos
A morte se deleitando com o prazer da destruição
Na sua face o sorriso de satisfação
Por mais uma alma que levou
Mas um amor que ela levou
O moribundo o eterno escravo da morte
Faz o papel principal da peça
Uma rosa vermelha jogada pela morte no palco
A amante de lúcifer...
Toda noite a mesma peça é encenada
Sob o solo maldito do teatro Royale
O teatro da dor...
Uma noite em que a neve cai
E parece que nunca ouve sol
Um teatro entre o frio e abandono
Eis que um moribundo ensaia o ato principal
Representando a paixão mórbida
Seus trajes rasgados pelo tempo sua pele
Tem a cor dos mortos
Entre as trevas e o silencio da noite
Declamando seus versos para a morte
Do trágico amor humano
Sob a luz de velas feita de sangue de virgens
Sua voz ecoa como um flagelo em um mundo
O teatro destruído pelo fogo infernal
Ainda com a platéia assistindo
Hoje tem apenas fantasmas o assombrando
Um mausoléu de sonhos destruídos
A morte se deleitando com o prazer da destruição
Na sua face o sorriso de satisfação
Por mais uma alma que levou
Mas um amor que ela levou
O moribundo o eterno escravo da morte
Faz o papel principal da peça
Uma rosa vermelha jogada pela morte no palco
A amante de lúcifer...
Toda noite a mesma peça é encenada
Sob o solo maldito do teatro Royale
O teatro da dor...
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